CARTA DE PESAR
Dom Pedro Guilherme Kohen
Dom Pedro Guilherme Kohen
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NOTA DE PESAR
PÁSCOA DE S.S PAPA FRANCISCO
Aos delitos filhos e filhas enlutas desta diocese, paz e benção no senhor,
Com profundo pesar e, ao mesmo tempo, com serena esperança, recebemos hoje a notícia do falecimento de nosso amado pastor, Sua Santidade, o Papa Francisco. Neste dia em que o Senhor o chamou à eternidade, somos convidados a discernir, à luz da fé, se o que vivemos é luto ou alegria.
À primeira vista, o coração carnal se entristece, pois na carne a morte é sempre uma separação dolorosa, pois somos muito apegados ao mundo. Mas à luz de Cristo, que venceu a morte, sabemos que para aqueles que n'Ele viveram e n'Ele morreram, a morte é lucro.
À primeira vista, o coração carnal se entristece, pois na carne a morte é sempre uma separação dolorosa, pois somos muito apegados ao mundo. Mas à luz de Cristo, que venceu a morte, sabemos que para aqueles que n'Ele viveram e n'Ele morreram, a morte é lucro.
Assim, ao contemplarmos a Páscoa de nosso Pastor, devemos nos alegrar, pois o Papa Francisco combateu o bom combate. Seu ministério foi profundamente marcado pela mansidão evangélica, pelo diálogo fecundo e pela caridade ardente, marcas visíveis daquele que foi, verdadeiramente, um servo dos servos de Deus.
Com coragem e amor, com palavras e com a vida, ele nos apontou continuamente para o rosto misericordioso do Pai. Hoje, portanto, não perdemos um líder terreno, porém ganhamos um intercessor no céu. Papa Francisco, peregrino da esperança, caminhou entre nós como pobre entre os pobres, nunca buscando os privilégios do mundo, mas configurando-se ao Cristo humilde, que veio para servir e dar a vida em resgate de muitos. Ele foi um sinal vivo de que a Igreja é chamada a ser refúgio para os feridos da vida e casa de misericórdia para todos os povos.
Com coragem e amor, com palavras e com a vida, ele nos apontou continuamente para o rosto misericordioso do Pai. Hoje, portanto, não perdemos um líder terreno, porém ganhamos um intercessor no céu. Papa Francisco, peregrino da esperança, caminhou entre nós como pobre entre os pobres, nunca buscando os privilégios do mundo, mas configurando-se ao Cristo humilde, que veio para servir e dar a vida em resgate de muitos. Ele foi um sinal vivo de que a Igreja é chamada a ser refúgio para os feridos da vida e casa de misericórdia para todos os povos.
Agora, nosso querido pastor repousa nos braços do Pai, na companhia dos santos, para participar da Glória que jamais terá fim. Unamos nossos corações em oração, pedindo ao Deus da consolação que fortaleça nossos corações e nos ensine a contemplar este mistério com os olhos da fé. Supliquemos ainda que o Espírito Santo Paraclito, que assiste e guia a Igreja, prepare um sucessor conforme o Coração de Cristo, um pastor que conduza o rebanho em tempos difíceis, mantendo a barca de Pedro firme em meio às ondas do mundo, pois, como o próprio Senhor prometeu, "as portas do inferno não prevalecerão contra ela."
Que o Senhor abençoe a todos nós, nos fortaleça na fé, nos conforte na esperança e nos una na caridade. Irmãos, nos alegremos, pois o Santo Padre agora contempla o rosto daquele que tanto amou e anunciou.
Rogo ainda a Beatíssima Virgem Maria, que acolha seu querida e amado, filho e profundamente devoto, em seus braços.
Diocese de Salvador, aos vinte e um (21) dias do mês de Abril do Ano Santo Jubilar de dois mil e vinte e cinco (2025), Palácio Episcopal.
Diocese de Salvador, aos vinte e um (21) dias do mês de Abril do Ano Santo Jubilar de dois mil e vinte e cinco (2025), Palácio Episcopal.
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Carta Circular

